O presidente da Federação Moçambicana de Futebol (FMF), Feizal Sidat, veio a público esclarecer as informações que circularam recentemente em torno das 45 mil bolas entregues pela FIFA a Moçambique, destinadas à massificação do futebol no país.
De forma categórica, Sidat afirmou que “não há polémica nenhuma com as bolas”, sublinhando que a FMF não gastou “um único metical ou dólar” nesse processo. Segundo o dirigente, as bolas são fruto de um projecto totalmente apoiado pela FIFA, que escolheu Moçambique entre um grupo restrito de países para beneficiar da iniciativa.
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De acordo com Sidat, a distribuição segue um plano faseado: 15 mil bolas por ano, ao longo de três anos. A primeira entrega ocorreu em 2022/23 e o processo está a decorrer conforme as directrizes estabelecidas.
Respondendo a críticas sobre eventuais desgastes, o presidente da FMF explicou que é natural que, devido à humidade e às condições de armazenamento, uma pequena percentagem das bolas — cerca de 1 a 2% — possa apresentar danos. Contudo, garantiu que a grande maioria das 45 mil bolas encontra-se em excelentes condições.
Sidat reforçou ainda que o objectivo deste projecto não é fornecer bolas de competição profissional, mas sim material de formação, capaz de incentivar crianças e jovens de várias escolas e comunidades a aprender e apaixonar-se pelo futebol.
“O mais importante é que a FMF está a chegar cada vez a mais escolas e comunidades com material desportivo. Isso sim é um passo para o desenvolvimento do futebol moçambicano”, destacou.
O presidente concluiu informando que hoje a Federação estará na cidade da Beira, dando seguimento ao processo de distribuição e massificação do futebol em todo o país.