A época 2025 começou com grandes promessas para o Ferroviário de Maputo. Depois de uma temporada de muito esforço, o clube reforçou-se com nomes de peso no ataque: Elias Macamo, o segundo melhor marcador da época passada, vindo do Desportivo de Nacala, e Telinho, avançado que já foi dos mais temidos no campeonato nacional e que, na pré-época, mostrou que ainda tinha faro de golo ao sagrar-se melhor marcador da Liga Jogabets com 6 golos.
Com dois dos avançados mais sonantes do país no mesmo plantel, os adeptos tinham razões para acreditar que o Ferroviário iria lutar por tudo. Porém, a realidade tem sido bem diferente. Nas 11 jornadas já disputadas, os locomotivas da capital somam 7 jogos sem vencer e, o mais preocupante, não marcaram nenhum golo nesses mesmos encontros. O registo recente é de 6 empates e 1 derrota.
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O contraste entre a expectativa e a realidade abre espaço para muitas reflexões:
- Como explicar uma equipa com dois goleadores reconhecidos ficar tanto tempo sem marcar?
- Estará o problema na forma como os jogadores são utilizados em campo?
- Será um desafio de entrosamento no ataque ou algo que vem de outros sectores da equipa?
- O ambiente no balneário poderá estar a influenciar o rendimento dentro das quatro linhas?
- Ou será apenas uma fase passageira, normal no futebol, que cedo ou tarde será ultrapassada?
Estas são questões que ficam no ar. O Ferroviário de Maputo, com o seu peso histórico e com o talento que tem ao dispor, encontra-se num momento de interrogação. Afinal, o que estará realmente a acontecer com os locomotivas da capital?