Segundo uma reportagem exibida pela Televisão de Moçambique (TVM), os jogadores do Baía de Pemba, único representante da província de Cabo Delgado no Moçambola, estão há dois meses sem receber salários. A situação preocupa não apenas os atletas, como também o corpo técnico, numa altura em que o clube tem demonstrado um desempenho competitivo na principal prova do futebol nacional.
Apesar das dificuldades financeiras, o Baía de Pemba conseguiu um resultado de mérito na 7.ª jornada do Moçambola, ao deslocar-se a Maputo e empatar sem golos frente ao Ferroviário de Maputo, um dos principais candidatos ao título.
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Com este empate, o clube ocupa a sexta posição da tabela classificativa, somando 10 pontos em sete jogos fruto de três vitórias, três derrotas e um empate. O desempenho desportivo da equipa contrasta com os desafios internos que enfrenta fora das quatro linhas, nomeadamente a instabilidade financeira que poderá, a médio prazo, comprometer o rendimento e o foco dos jogadores.
O treinador Mínate Chababe tem apelado à resiliência dos seus atletas, mantendo o grupo motivado apesar das adversidades. No entanto, cresce a expectativa sobre uma possível intervenção da direção do clube ou de parceiros locais para resolver esta situação delicada.
A crise salarial no Baía de Pemba expõe mais uma vez os desafios estruturais enfrentados por clubes fora dos grandes centros urbanos do país, especialmente aqueles que representam regiões historicamente afetadas por instabilidade social e económica.